A CAÇA À LEBRE
6 de março de 2008
Irei citar um tradicional jogo extrangeiro que serve de lição para nós…
Na tradicional caça à lebre, os caçadores se reúnem num ponto de encontro para em conjuntoseus cães caçar uma lebre que foi solta. Ali esperam pelo sinal.

É interessante observar o que os cães fazem no tempo de espera. Sobretudo os mal treinados demonstram nervosismo, latem, mordem uns aos outros na orelha e na perna, demarcam árvores e território e agitam muita poeira por nada. Contudo, tudo isso muda no momento em que é dado o sinal e a lebre é solta. Então os cães se transformam repentinamente e correm ombro a ombro atrás da lebre. Subitamente tem o que antes não tinham: UM ALVO COMUM. Quando um cão continua mais interessado em demarcar árvores e latir do que caçar a lebre, ele próprio se exclui.
Isso meus amigos é exatamente o que ocorre com os cristãos! Temos uma imensidão de projetos evangelistícos, missionários, movimentos, igrejas e comunidades eclesiais que de certa forma fazem lembrar mais os cães antes da largada que os cães depois dela. Acontecem muitos latidos e mordidas, a ridícula demarcação de territórios de Deus, e de vez em quando há poeira demais em troca de nada. O que esses ´´cães“ precisam no fundo é ´´uma lebre“, um alvo comum, específico, rumo ao qual possam trabalhar juntos ombro a ombro. Um alvo que seja suficientemente fantástico para desafiar todos os participantes de forma radical, exigir deles o máximo e um pouco mais, eletrizar e motivar sobretudo os jovens, mulheres, os homens e ambiciosos a embarcar em conjunto num processo estratégico, com o límpido objetivo de ´´tornar discípulos nossas nações“ pela fundação rasteira de um número suficiente de igrejas.
UM GRANDE ABRAÇO!!


Comentário por feLIpEnOVe — 24 de março de 2008 (20:37)
O alvo. Eis a diferença. Sem o que comentar. Parabéns e parabéns. Sem palavras. Não percamos o alvo.
Bjão LOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOORA!